sexta-feira, 5 de junho de 2026

A magia de misturar cores

No “Quartas com História”, na biblioteca as crianças da sala 1 do JI dos Bombeiros e explorámos Mistura as Cores, um livro que, apesar da sua simplicidade aparente, revela a mestria de Hervé Tullet. Através de pontos e de uma paleta minimalista, o autor trabalha de forma clara os conceitos fundamentais da cor, do movimento e da imaginação.😍

Partimos então à descoberta desta história interativa que convida as crianças a mergulharem no mundo das cores de forma lúdica, descobrindo novas tonalidades à medida que avançam nas páginas. As instruções simples — pressionar, agitar, soprar — foram recebidas com enorme entusiasmo, e a magia aconteceu diante dos seus olhos: surgiram o verde, o laranja, o roxo, os tons claros e escuros, o cinzento… tudo criado pelas suas próprias mãos.😉


Mistura as Cores revelou‑se uma experiência artística tátil que estimulou a motricidade fina, reforçou a perceção visual e alimentou a imaginação destas crianças que gostaram muito da história.😊


Ainda na biblioteca, as crianças realizaram um desenho livre, recorrendo a uma grande variedade de cores. Para levar para a sala de aula, receberam uma proposta prática: colocar as mãos na tinta, misturar e observar as transformações que acontecem quando as cores se encontram.👌

Vamos misturar as cores e ver o que acontece!😉


😍




quarta-feira, 3 de junho de 2026

A Arte de Sermos Nós Próprios

No âmbito da atividade “Ler com a Biblioteca Escolar”, recebemos a turma BB4B para uma sessão de leitura que nos permitiu explorar com os nossos convidados dois temas: a arte e a autoestima.

Iniciámos a sessão com a apresentação do livro escolhido, O Cão Mal Desenhado, de Emma Dodson. Antes de mergulharmos na história, quisemos saber se os alunos se consideravam talentosos a desenhar cães — ou qualquer outro animal. 😅 Entre partilhas divertidas sobre facilidades e dificuldades, avançámos para a descoberta deste cão muito insatisfeito com a sua aparência: cheio de rabiscos, traços irregulares e olhos mal acabados.

Um dia, ao passar pelo estúdio de um artista, o cão decide entrar e partilhar o seu descontentamento. Será que ali o conseguirão desenhar melhor?🤔
Claro que sim! O artista põe mãos à obra: o cão rabiscado é apagado e surge um cão ao estilo Picasso — olhos desenquadrados, patas pontiagudas, formas ousadas. Artístico? Sim. Diferente? Sem dúvida. Prático? Nem por isso.😓

Insatisfeito, o protagonista regressa ao estúdio. Desta vez, o artista inspira‑se em Van Gogh e, de repente, o cão mal desenhado transforma‑se num cão que ofusca tudo e todos. Mas… será que encontrou finalmente um estilo que lhe agrade?😏

Os nossos convidados acompanharam a história com grande atenção e entusiasmo. Entre gargalhadas, refletiram sobre este cão que não gostava de ser como era, mas que acaba por perceber que se sente muito melhor sendo ele próprio do que uma criação artificial. A narrativa abriu espaço para conversarmos sobre a importância de identificar aquilo que fazem bem, reconhecer que errar faz parte do crescimento, valorizar as características que os distinguem e cuidar da sua autoestima.👌

A história permitiu ainda revisitar conceitos relacionados com correntes artísticas, já trabalhadas em sala de aula no âmbito do projeto sobre pintores que os alunos desenvolvem desde o ano letivo anterior.😉

No final, lançámos um desafio criativo: escolher um dos estilos presentes no documento que lhes foi entregue ou um dos estilos estudados em aula e criar um cão inspirado no movimento artístico selecionado.😊 Aguardamos com entusiasmo os trabalhos dos nossos jovens artistas.😉



segunda-feira, 1 de junho de 2026

As diferenças fazem parte de quem somos e merecem ser celebradas

Para a sessão de leitura realizada com a sala 2 do JI do Fojo, selecionámos o livro Bola de Caracóis, de Clare Freedman — uma história simples e divertida que ajuda a sensibilizar as crianças para a importância de nos aceitarmos tal como somos, valorizando as características especiais que nos tornam únicos.😍

Começámos por explorar a capa e o título, despertando a curiosidade das crianças para a protagonista, Florinda, uma menina com o cabelo que parece numa verdadeira bola de caracóis indomáveis. 😏A pequena não gosta nada do seu cabelo encaracolado e rebelde; sonha ter um cabelo liso, macio e brilhante como o do irmão mais novo. Para ela, tudo seria mais fácil se o seu cabelo fosse igual ao dos outros… Mas será mesmo assim?🤔

Ao longo da leitura, fomos descobrindo que aquilo que a Florinda vê como um problema é, afinal, o que a torna especial e única. A história abriu caminho para uma conversa muito rica com as crianças sobre as características que distinguem cada um de nós. 👌Participaram com entusiasmo, partilharam exemplos e reconheceram que todos temos algo que nos torna especiais.😊

Disponível na Biblioteca Escolar.😍





quinta-feira, 28 de maio de 2026

“Então, mas as vacas põem ovos?!!”

 
No âmbito do projeto “Quartas com História”, realizámos uma sessão de leitura com a sala FJ1 do JI do Fojo, para a qual selecionámos a divertida obra A vaca que pôs um ovo, de Andy Cutbill.😊

Iniciámos a sessão com a exploração da capa do livro e, ao revelarmos o título, as crianças reagiram de imediato com grande indignação: “Uma vaca a pôr um ovo?! Que disparate!” — exclamaram.
Perante a pergunta “Então, mas as vacas não põem ovos?!!”, responderam prontamente que não. A partir desta questão, convidámo‑las a dar exemplos de animais que põem ovos, introduzindo assim o tema dos animais ovíparos.😉


De seguida, partimos à descoberta da curiosa história da Amélia, uma vaca muito triste por sentir que, ao contrário dos outros animais da quinta, não tem qualquer talento. 😔Não sabe andar de bicicleta, nem fazer rodas, como as restantes vacas. Até que, num certo dia, algo absolutamente extraordinário acontece: A vaca Amélia põe um ovo!😕

Mas será que o bebé que está dentro do ovo é mesmo dela? Nem todos acreditam… Para as galinhas, não há qualquer dúvida; já as vacas mostram‑se muito céticas.🤔 A agitação instala‑se e a quinta fica em verdadeiro alvoroço.😅

Após a leitura e exploração da história, as crianças visualizaram um  vídeo com uma canção e ainda um pequeno video sobre animais ovíparos e, de forma simples e dialogada, aprofundámos o tema com elas.

Para concluir a sessão, assistiram a um vídeo com diferentes animais e os sons que produzem — um momento que despertou grande curiosidade e muitas gargalhadas.😉

De regresso ao jardim de infância, as crianças realizaram um registo da história através de um desenho inspirado na leitura.

😍




segunda-feira, 25 de maio de 2026

O que é a fluência da leitura e porque é importante?

 O que é a fluência leitora e porque é importante?


A fluência da leitura resulta da combinação entre reconhecer palavras com precisão e rapidez, manter um ritmo contínuo e ler com entoação adequada. Quando estes elementos se articulam, a leitura torna‑se natural e liberta recursos cognitivos para a compreensão.

A fluência é um marco decisivo no percurso do leitor porque:

  • favorece o vocabulário e a autonomia;
  • está associada ao sucesso escolar;
  • influencia a motivação para ler;
  • permite que a leitura seja uma verdadeira ferramenta de aprendizagem e participação cultural.

Mais informação aqui.


📷 imagens geradas por inteligência artificial.


sexta-feira, 22 de maio de 2026

A celebrar as abelhas no "Quartas com História"

Esta quarta-feira, dia 20 de maio, celebrou-se o Dia Mundial das Abelhas e, para assinalar a data, convidámos a sala 1 do JI dos Bombeiros para uma sessão de leitura na biblioteca. A obra escolhida foi A Abelha, de Isabelle Arsenault — uma história que, através de rimas simples e ilustrações encantadoras, apresenta o trabalho incansável das abelhas e sensibiliza os mais pequenos para a importância da polinização e para o equilíbrio dos ecossistemas.😉

As crianças acompanharam com grande atenção o percurso desta pequena abelha que, tal como as suas companheiras, dança e rodopia de flor em flor, sorvendo o néctar e espalhando o pólen. A partir desta viagem, procurámos sublinhar o papel absolutamente crucial deste minúsculo inseto para a vida no planeta.😉 Explicámos às crianças a magia da polinização: o pólen dá origem às sementes, as sementes transformam-se em novas plantas e estas, por sua vez, fazem nascer novas flores.👍

A exploração do mundo das colmeias continuou com a projeção dos vídeos Ciclo do Mel” e “Dá a Mão à Floresta: Biodiversidade — vem aprender mais sobre as abelhas!”. Estivemos à conversa com as crianças sobre os vídeos e a história e os nossos pequenos grandes cientistas mostraram ter aprendido a lição na perfeição, explicando com entusiasmo que a abelha‑rainha é a “mestra” responsável por pôr os ovos que darão origem a novas abelhinhas, garantindo assim o futuro da colmeia.😊

A sessão terminou com a ilustração de um desenho alusivo à história. BZZZZZZZZZ 😁



quinta-feira, 21 de maio de 2026

Um menino que gosta de toda a gente?

 

Na Biblioteca Escolar recebemos a turma BB12 para mais uma sessão de leitura no âmbito da atividade “Ler com a Biblioteca Escolar”. Para este encontro foi escolhido um livro com um título irresistível: O menino que gostava de toda a gente, de Jane Porter.

Antes de abrir o livro, o grupo foi convidado a observar a capa e a pensar no título. Surgiu então a grande pergunta: “Será que gostamos sempre de toda a gente?”. 😏As respostas foram tão sinceras quanto variadas e, rapidamente, se abriu espaço para falar sobre emoções, diferenças e formas de nos relacionarmos com os outros.👌

Seguiu-se a descoberta da história do Duarte, um menino novo numa escola onde tudo é novidade. Sonhador e afetuoso, o Duarte não tem receio de expressar o que sente e diz, sem hesitar, “gosto de ti”.😍 Mas como reagirão os outros a esta forma tão aberta de demonstrar carinho? 🤔A curiosidade instalou-se e a leitura avançou com entusiasmo.


Durante a leitura, fomos conversando com os nossos convidados sobre as atitudes das personagens, solicitámos que identificassem  gestos positivos e negativos que fazem alguém sentir-se bem ou mal e houve tempo para partilhas de experiências reais sobre amizade.😉Através desta interação, procurou-se sensibilizar as crianças para a ideia de que os gestos de carinho não precisam de ser grandes para fazer diferença — muitas vezes, são os mais simples que deixam marca.😊

A sessão terminou com a criação da Árvore do Carinho. Cada criança escreveu uma frase ou desenhou um gesto carinhoso que já tinha observado — na escola, em casa ou entre amigos.